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ESTRÉIA DE CARLA PEREZ NO TEATRO


















NASCE A MAIS NOVA ATRIZ!!
LINDA D+
AMO INCONDICIONALMENTE!!
Carla Perez agita Cabo Frio
Hospital da Criança inaugurado dia 28/06
O Beijo no Asfalto
Carla Perez estréia no teatro profissional

A noite de segunda-feira (30) foi muito especial, para Carla Perez. A cantora, que estudou por três anos na Oficina de Atores Nilton Travesso, em São Paulo, estreou no teatro profissional com a peça O Beijo no Asfalto.
Entrando em cartaz no Teatro Irene Ravache, localizado no bairro de Pinheiros, na capital paulista, Carla mostrou que está preparada, conquistando a platéia, que aplaudiu de pé o elenco ao final da apresentação. "Ela vem se preparando há cinco meses para essa peça. Se dedicou totalmente. Ela estudava muito e, quando necessário, ficava ensaiando até de madrugada. Acredito que, por isso, ela tão confiante e tranquila, conta Rycardo Leonavicius, gerente de produtos da cantora, a OFuxico.
Juliana Rey, Sabrina Borgo, Andréa Freitas, Patrícia Carrascosa, Adriano Cobianchi, Caio Paduan, Renan Goulart, Gustavo Kawica e Sérgio Milagre completam o elenco.
Sobre o registro profissional de atriz, Leonavicius acrescenta que ele deve sair em breve.
* O Beijo no Asfalto fica em cartaz até o dia 02 sempre em duas sessões, as 19:30 e às 21:00.
Teatro Irene Ravache - Oficiana de Atores Nilton Travesso
Rua : Capote Valente, 667 Pinheiros - São Paulo/SP
Dançarina faz fotos com perucas coloridas
A voz de Carla Perez continua a mesma, mas os seus cabelos... quanta diferença! A loira fez um ensaio fotográfico na semana passada, em São Paulo, com perucas coloridas. Para radicalizar a mudança do visual, ela ficou com o cabelo preto, verde, amarelo e colorido. As imagens, feitas por Décio Figueiredo e produzidas por Bruno Lemes, são para a divulgação do trabalho da baiana com o público infantil.
Cantora vai atuar em "Beijo no Asfalto"
Carla Perez: agora também na versão atriz
Ela já foi dançarina, apresentadora de TV, cantora e agora quer ser atriz. Nesta segunda-feira, 30, Carla Perez vai a incluir a função no seu currículo. É que ela acaba de se formar no curso de teatro de Nilton Travesso.
O trabalho de encerramento de curso da loira será a encenação da peça "O Beijo no Asfalto", de Nelson Rodrigues. Nele, Carla encarna Selminha, um dos principais papéis da peça. Ela é casada com Arandir, personagem que beija um homem à beira da
Carla no cartaz da peça: a quarta da esquerda para a direita
morte e vira alvo de perseguição da imprensa sensacionalista.
A peça estréia nesta segunda-feira, 30, no Teatro Irene Ravache, em São Paulo, e será apresentada ainda nos dias 1º e 2 de julho.
A ex-dançarina de axé, que hoje é evangélica, falou ao EGO sobre as mudanças em sua vida e como é comandar o bloco infantil de maior sucesso da Bahia
A ex-dançarina do "Tchan" Carla Perez, 30 anos, está diferente. Casada, mãe de Camilly Vitória, de 6 anos, e Victor Alexandre, de 4, ela pouco lembra a artista rebolativa que surgiu em 1995, junto com o grupo de axé "Gera Samba" - que depois viria a se chamar "É o Tchan" - , e que mexeu com a imaginação de muito marmanjo com o seu derrière de 105 cm.
Atualmente, ela investe na carreira de cantora infantil. Já está no terceiro CD do novo segmento. O bloco infantil que comanda, o "Algodão Doce", também se tornou o mais badalado da Bahia, vencendo seis vezes do troféu "Dodô e Osmar" de melhor bloco mirim. Com o "Algodão Doce", Carla, e convidados como Kelly Key e Toni Garrido, arrastam até 5 mil pequenos foliões pelas ruas de Salvador.
Segundo ela, a nova carreira artística combina mais com o perfil mulher casada e mãe de filhos, e também com o de "mulher de Deus", como ela se autodefine por ter se convertido ao evangelismo, mais especificamente à Comunidade Evangélica Artistas de Cristo (CEAC), há quase dois anos. O encontro com a religião aconteceu quando ela passava por uma crise em seu casamento com o vocalista do grupo "Harmonia do Samba", Xanddy, de 28 anos.
"Depois que me tornei uma mulher de Deus, me arrependi de muita coisa que fiz. Na verdade, me arrependo por não ter a consciência cristã antes. Me arrependo, por exemplo, de ter posado para a 'Playboy'", diz ela sobre suas três capas e dois pôsteres (publicados em 1995, 1998, 2000 e 2001).
EGO conversou com a nova Carla, que ainda conserva o mesmo carisma de quando surgiu, mas que mudou completamente seus rumos.
Como surgiu a idéia de montar um bloco infantil?
Em 1999, fui convidada para me apresentar no bloco. O "Algodão Doce" já existia, mas pertencia a um amigo. Gostei da experiência e propus a compra do bloco. Ele topou e já em 2000 organizei meu primeiro carnaval. Sempre gostei muito de criança, e achava que isso era uma coisa que iria querer fazer quando tivesse meus filhos.
Quais foram as principais mudanças que você fez no "Algodão Doce"?
Quando me apresentei, era o primeiro ano do bloco e deve ter conseguido arrastar umas 500 crianças. Aos poucos fui colocando uma série de coisas que demonstrassem um cuidado maior. Hoje, além do abadá para desfilar, elas recebem um kit com foto, garrafinha, brinquedinhos para usarem na avenida e lanche. Além disso, tenho todo um cuidado na hora de escolher meus convidados, porque não pode ser ninguém que vá cantar alguma coisa que tenha duplo sentido ou que vá ofender os familiares das crianças. Esse ano, por exemplo, todos os "cordeiros" (que tomam conta das cordas que separam as pessoas que pagaram o bloco das demais) serão mulheres. Acho que mulher tem mais cuidado na hora de lidar com criança.
A carreira como dançarina de axé alguma vez atrapalhou o trabalho com
as crianças?
Tive sorte porque o trabalho com as crianças não foi programado. Elas já gostavam de mim na época do "Tchan", e quando fiquei grávida da Camilly, quis gravar um CD com músicas que gostaria de cantar para o meu filho. Só que acabou dando certo e as coisas foram acontecendo. Minha carreira no "É o Tchan" nunca atrapalhou o trabalho com as crianças, mas sempre fui muito cobrada. As pessoas estavam sempre de olho nas minhas roupas e nas coreografias que eu estava fazendo.
Além de empresária, você também virou evangélica. Como foi isso?
Foi em 2006, quando tive uma crise no meu casamento.
Procurou a religião por causa do problema?
Na verdade, não. Aconteceu. Desde muito nova ia à igreja, dizia que era evangélica, mas não praticava. Costumo dizer que era convencida, e não convertida. Minha família passou a freqüentar quando passamos por um problema com meu irmão. Ele era recém-nascido e passou muito mal. Minha mãe rodou vários médicos com ele e ninguém dizia ao certo o que ele tinha. Ele já estava quase morto, e minha mãe sem dinheiro pra médico, quando um dia, voltando pra casa, ela passou em frente a uma igreja e um obreiro a chamou e orou pelo meu irmão. Na hora, ele começou a vomitar e melhorou em seguida. Depois desse episódio, minha família começou a ir aos cultos.
Quando começou a dançar já era evangélica?
Na verdade, não. Minha mãe ia à igreja, mas não era convertida, e a gente acompanhava. Ela não tinha muito tempo para se dedicar porque trabalhava dia e noite para colocar comida em casa.
Se fosse convertida, teria investido na carreira de dançarina de axé?
Não investiria na carreira, não. Hoje sou uma serva de Deus, uma mulher casada, e tenho dois filhos.
Você se arrepende de alguma coisa?
Sim, mas é um arrependimento por saber só hoje o que eu não sabia antes.
Do que se arrepende?
Não quero citar para não parecer que estou julgando os outros. Mas me arrependo, por exemplo, de ter posado para a Playboy. Foi muito legal, me deu grana, mas não faria de novo.
Já recebeu novas propostas para posar?
Sim, várias vezes. Fui convidada logo depois que meus filhos nasceram, depois quando recuperei minha forma. A mais recente foi durante a festa de aniversário do meu filho. Tenho uma amiga que trabalha em uma revista masculina. Ela virou pra mim e falou: "Carla, nunca mais mesmo?" E eu respondi que nunca mais.
Tomou essa decisão depois que se converteu?
Não. Na verdade, foi logo depois que noivei com o Xanddy. Na época, havia acabado de assinar o contrato para fazer a terceira capa. Ele teve que agüentar, mas me pediu para não posar mais. Homem não lida bem com isso, não quer que outros fiquem vendo a mulher dele.
E por que o casamento entrou em crise?
Não teve um motivo específico. Ele virou para mim e disse que estava infeliz, pegou todos nós de surpresa. Para não dar o braço a torcer, também disse que não estava bom pra mim. Ele foi embora. Depois me arrependi. Por orgulho, a gente fala coisas para não ficar por baixo. Só depois vai ver o que fez.
Como surgiu a igreja?
Estava muito mal e não queria ficar em casa, mas também não queria ir para farra. Foi quando decidi ir para a festa de aniversário de um amigo, que estava comemorando em uma igreja, na CEAC, que é a Comunidade Evangélica Artistas de Cristo. Chegando lá, Deus tocou no meu coração, e já no dia seguinte estava convertida.
Como o Xanddy voltou para a casa?
Quando a gente se separou, vi que espiritualmente nossa relação não estava legal. Se o casamento era realmente o que Deus uniu, o homem não separa. Pedi muito a Deus para que ele voltasse para casa. Mas pedi para trazer ele convertido, senão nem precisava voltar.
E deu certo?
Sim. Ficamos sete dias separados. Muita gente achou que, quando fui ao programa do Gugu Liberato falar da minha separação, era armação. É que naquele dia já havíamos voltado. A gente foi só contar a história e dizer para os fãs que estava tudo bem.
Xanddy aceitou a conversão?
Aceitou, sim. Creio que Deus já tinha um propósito para ele quando tocou o seu coração. Acho que faltava só a oportunidade.
As duas dançarinas e apresentadoras gravaram clip para a música 'Tá bom', de Xanddy, que também conta com a participação de Tony Salles
À brisa da orla de Salvador, surge uma loira monumental, em seguida, uma morena estonteante. Juntas, elas se encontram com seus respectivos pares e desfilam em dois carrões.
A cena descrita acima pertence ao clipe da música "Tá bom", de Xanddy, e que deverá ser lançada no próximo CD do "Harmonia do Samba". Na hora de escolher as musas que contracenariam com ele, nada de modelos famosas ou atrizes badalas.
Xanddy recorreu à mulher, Carla Perez, e à comadre Scheila Carvalho - o casal é padrinho de casamento da dançarina e seria também do filho dela, Brian, que morreu no último dia 18 . De quebra, ainda ganhou reforço nos vocais do compadre Tony Salles.
Além da ajuda no trabalho, o convite de Xanddy é uma tentativa de animar o casal que passou pela perda do filho recentemente. Carla também convidou a amiga para ser madrinha do seu bloco, o "Algodão Doce", no carnaval de Salvador. Apesar do convite ter sido antes da fatalidade, a loira deu toda a atenção para amiga e deixou em aberto a possibilidade dela desistir se quisesse guardar o luto por mais um tempo , mas Scheila acabou aceitando.
"O clipe teve um diretor, mas a maioria das cenas e da sugestões foram dadas pelo próprio Xanddy",contou uma pessoa da produção.
O clipe da música também teve cenas gravadas no mar, dentro de uma lancha, no Pelourinho, Mercado Modelo, e também no bairro Capelinha, onde Xanddy foi criado.
Além dos dois casais, participam da empreitada a dançarina do grupo Gangue do Samba, Roseane Pinheiro, e os gêmeos Djairo e Djair que participaram do BBB6.
Dançarina diz que não sabe quem é Mulher Melancia e que não liga para comparações
A ex-dançarina Carla Perez não sabe quem é Mulher Melancia , Mulher Filé ou qualquer outra personagem cujo atrativo principal é o tamanho avantajado do bumbum. Tampouco se sente ameaçada ou incomodada com as novas rivais do popozão.
"Não ligo para comparações. Nem sei quem são elas. Pra mim, quem tem um bumbum grande é a Rosiane da 'Gang do Samba'. Acho ela linda e maravilhosa", opinou Carla na entrevista ao EGO realizada nesta terça-feira, 29, na festa da grife Carmen Steffens, em São Paulo.
Carla não entrou na disputa de bumbuns, deixou a preocupação com o tamanho das nádegas para o passado e agora pensa em seu trabalho com público infantil e em sua família. "Mudou até o jeito dos homens me abordarem nas ruas. É respeito, um jeito carinhoso de falar, até porque agora são os filhos e filhas deles que gostam de mim", disse.
Super assediada pelo público feminino – que a rodeou no evento pedindo fotos desde que ela chegou ao local – Carla Perez está visivelmente feliz e satisfeita com os rumos de sua carreira. A cantora não deixa, porém, de passar seu recado às seguidoras ou aspirantes a "bumbum do ano". "Minha bunda não faz nada se eu não estiver junto. Tem que ser um conjunto. Se não tiver cabeça, nada mais funciona", afirmou.